Um erro... Reticências que se tornaram um ponto final. Ponto decidido à força, com frieza, e justa causa.
Lágrimas, tristeza, desalento, incompreensão, essencialmente arrependimento e falta de justa causa escorreram-lhe pelos olhos.
Coração despedaçado por própria culpa, mas sinceridade nas palavras.
É-lhe impossível mexer no tempo, ainda mais na mente e coração de quem gostaria de mexer.
Odeia o tempo, odeia a espera e incerteza, o incerto.. no entanto chegou à triste conclusão que se alguma vez a frase "Não se vive, sobrevive-se." fez sentido, foi naquele exacto momento. Aquele pequeno momento em que tudo lhe fugiu por entre os dedos e depende simplesmente da capacidade que o tempo terá de a beneficiar ou simplesmente não o fazer.
Sobrevive, sorri a muitos e sofre dentro das paredes onde se sente segura.
A lua é sem duvida o sitio onde para com mais frequência.
Anseia abraços apertados, sinceros dos que mais lhe são...
"Não se vive, sobrevive-se."

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